quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O Fantasiar do consumidor

Em 1950, um cenário de espetaculo e louvor, o consumismo toma conta da sociedade levando fantasia a ela. A roupa passa a ser vista como límpida de verdade e virtudes do desejo. Aparece para o povo uma moda consumada, retratando a realidade social, a partir de então uma apresentação da melancolia com o ter o objeto desejado, uma sociedade efémera, individualista e o esteticismo do parecer uma deusa grega.
A moda consumada está na sedução da novidade apresentada. Um look mostra a tradução agradável num canto de ninfa e no canto dos passáros  as empresas de moda envolvem o consumidor com esse desejo ter ter a marca.
As empresas de moda usam um meio delicado e convincente de conquistar clientes e aumentar o valor da marca. Para quem compra, um produto significa a realização de uma quimera, sentimentos e desejos num amor muitas vezes bucólico.
De uma forma geral, a motivação é tudo que projeta a fazer o querer coisas que não temos. As marcas realizam o difícil trabalho hoje, de analisar o consumidor,  de fantasiar o desejo de comprar, para se sentir perfeita, linda e sedutora. Através dos fatores motivacionais a pessoa adquire sua imagem com o contexto da marca, e acaba se tornando fiel a ela como se fosse sua crença.

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