sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A busca do corpo perfeito na utópia das progandas adoecem brasileiros.

Na "sociedade do espectáculo" , na qual se encaixa o contexto social, a imagem se torna cartão de visita. Mas essa identidade maqueada aparece pelo abstrato, através das propagandas das mídias, em novelas, programas femininos, programas de entreterimento etc, causando nos telespectadores e receptores uma angústia com a própria aparência. O corpo fica inatingível e a cada dia aumentam os casos de bulimia, de anorexia e vigorexia.
A finalidade do que é apresentado para um público com uma certa influência de baixa auto-estima, transforma tudo em mercadoria. São vendidos diariamente pensamentos, formulas de beleza e caminhos para a felicidade, como se todos fossem iguais. Em geral, para atingir o "resultado certo" é preciso atender o que o belo ordena.
Mas as pessoas não são seres irracionais que vivem por condicionamento, ser humano e fazer suas próprias escolhas. Muitas vezes, a necessidade de ser encaixar em um grupo faz com que seja necessária a aprovação do outro. O pior é quando essa quimera se chama publicidade, matérias, propaganda, marketing apresentada pela mídia, passando um monopólio da informação a ser seguida. É a indústria do não pensar. Mas como falava a grande poetisa Cecília Meireles em seus poemas.
Retrato


Eu não tinha este rosto de hoje,

assim calmo, assim triste, assim magro,

nem estes olhos tão vazios,

nem o lábio amargo.



Eu não tinha estas mãos sem força,

tão paradas e frias e mortas;

eu não tinha este coração

que nem se mostra.



Eu não dei por esta mudança,

tão simples, tão certa, tão fácil:

- Em que espelho ficou perdida a minha face?

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A roupa do novo século.

Nesse sentido, o casual é um novo estilo.
Ele se distingue do estilo social, pois muda os detalhes, mas o conceito.
É aliás, e um estilo que permite maior liberdade, faz sobressair a personalidade de quem veste a roupa.
Com tudo o conceito, tem um estilo e conteúdo pessoal, aproveita a moda, mas de maneira seletiva aproveitando dela o que lhe interessa.
Se reparamos como as pessoas se vestem, conseguiremos diferenciar pela sua roupa.
O jeito é aproveitar, os elementos numa era que os looks se tornam cada vez mais baratos, onde é permitido qualquer um aperfeiçoar um estilo próprio. Com isso surge um novo homem e uma nova mulher, interessado em si mesmo, ligado à era da informação em todos os sentidos, com uma elegância própria do seu tempo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A camisa azul da seleção Brasileira.

E por falar em futebol, acaso e supertição não somente pertence aos torcedores botafoguensesque sempre caminharam juntos com essa sina. Porém a comissão da seleção brasileira de futebol  em 1950, descobrio que carregava suas supertições. Marcada pela derrota para o Uruguai na final no querido estádio de futebol Maracanã, a camisa branca, segundo uniforme da seleção brasileira ficou malvista pelos seus torcedores e jogadores. Mas em 1958 a história se repete, os jogadores teriam de vestir o temido uniforme branco, contra seleção da Suécia, anfitriã da copa do mundo. A camisa princial do time era a nossa querida e amada amarelinha, e o Brasil começou perdendo no sorteio para escolha do uniforme, seria um acaso ou supertição?. Restava aos superticiosos e traumatizados brasileiros usar a camisa que marcou muitas lágrias e muitas dores a camisa branca. Mas és que surge uma luz azul do céu, parecido com manto de Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do Brasil, na mente brilhante do chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho, ao analisar a bandeira, decidiu que a seleção vestiria o manto azul, este mesmo que está na bandeira brasileira. No corre corre, os números foram arrancado de uma forma superticiosa e violenta das camisas originais azuis comprada em uma loja na suécia. Mas quem iria bordar as camisas?, já que a seleção não tinha levado uma grande equipe de costureiros, só restaram uma única e temida ídéia, a equpe de massagistas, roupeiros, médicos bordarem.. Assim, com o sangue e o suor da raça desses não profissionas de costura, que deram todo seus esforços em um único objetivo dar o primeiro título mundial para nosso Brasil.
A história aconteceu fomos campeões abençoado pelo manto sagrado azul celeste de Nossa Senhora de Aparecida.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tititi causa frisson o design Victor Valentin.

Com uma repaginagem repleta de novos ingredientes aprovados pelo público da faixa das sete, a volta da novala Ti ti  ti, que passou nos anos 80, espera levar ao seu telespectadores, um novo padrão de tecnologia e um grande elenco, mas sem perder a criatividade, alegria que a história trouxe.
A dramaturgia apresenta uma roupagem de criação da nova verção. Alguns personagens sairam da trama, dando passagens para liberdade para criar e modificar alguma parte do elenco.
A autora Maria Adelaide Amaral, trouxe um Victor Valentin adaptado a malandragen de hoje, um cara que sempre sai das mais engraçadas cituações com o jeitinho brasileiro de ser. Não é a toa que a música de Ari, conhecido no seu bairro Belenzinho é  " Conheço um cara que só pensa em se dar bem, mas sempre dá mancada...", adapta perfeitamente ao personagem.
Como todo brasileiro, Murilio Benicio (Ariclenes), representa perfeitamente a esperteza e criatividade do povo do nosso país. Sempre querendo dar a volta por cima e mostrar que pode brilhar, segue idéias inovadoradoras para ser um sortudo, que quer  ganhar dinheiro fácil, mas sem muitos esforços. Com sua cabeça genial aproveita o dom de uma moradora de rua, que faz looks maravilhosos em suas bonequinhas, usa as roupas para triunfar com um inovador estilo no mundo fashion, sendo concorrente direto de Jacques Leclair (Alexandre Borges), que representa muito bem, ao dar seus deslizes femininos, para conquistar suas clientelas com seu charme. Porém para os maridos de suas clientes ele não passa de um homem afeminado.
Mas tudo isso vai causar um grande frisson no mundo da moda, Valentin com seu portunhol, consegue revolucionar a alta costura , não somente com seus looks, porém com seu figurino de um toureiro espanhol e seu charme que envolve a mulherada.
Deixe sair de dentro de você leitor o criativo, brilhante e bom malandro Victor Valentin, para que todos possam mostrar seu dom especial seja na moda, na venda, no marketing, na pesquisa, no jornalismo, na modelo. Enfim em qulalquer área, mas sempre leve a vida que somente um povo de um país tropical tem... Adivinha? a esperteza, inteligência, comunicação e uma boa malandragem.